Pular para o conteúdo
Marcelada TerraWhatsApp
Estudantes pintando mural coletivo com tintas de terra representando a paisagem rural de Mutum, Minas Gerais

Educação ambiental

A cor como leitura
do território

Projetos com escolas, comunidades e instituições em que aprender sobre o meio ambiente começa por encontrar a cor no próprio chão.

O fio condutor

Arte que ensina a ler o lugar

Nos projetos de educação ambiental através da arte, o grupo aprende observando: para encontrar a cor, é preciso reconhecer o solo, entender a paisagem e perceber o que aquele território oferece. A prática desloca a cor do campo decorativo para o campo ecológico e cultural, e transforma a pergunta "de onde vem a tinta?" numa investigação sobre o próprio lugar.

A formação da Marcela como oceanógrafa e especialista em Gestão Ambiental atravessa esse trabalho: os projetos articulam arte, ciência e saberes tradicionais, com foco em impacto territorial, sociobiodiversidade e soluções baseadas na natureza.

Formatos

Atividades que desenvolvo

Cursos de formação continuada

Formações para professores e educadores que querem levar a prática para a própria sala de aula.

Oficinas e vivências artísticas

Atividades com grupos, de encontros curtos a imersões, em torno da produção de cor natural.

Projetos educativos e territoriais

Processos longos com escolas e comunidades, articulando pesquisa de campo e criação coletiva.

Desenvolvimento de metodologias

Elaboração de metodologias em arte e educação ambiental, sistematizadas para replicação.

Dúvidas

Dúvidas sobre os projetos educativos

Como levar um projeto de educação ambiental para a minha escola?

O primeiro passo é uma conversa sobre o contexto: qual a faixa etária, quantas turmas, qual o tempo disponível e o que o território da escola oferece. A partir daí o projeto é desenhado, pode ser uma oficina de um dia, uma formação para os professores ou um processo completo de muralismo coletivo. Já foram realizados projetos com redes municipais em parceria com SENAR Minas e Sesc.

O que a arte com pigmentos naturais ensina sobre meio ambiente?

Ela torna a relação com o território concreta. Para achar a cor, o grupo precisa observar o solo, entender a paisagem e reconhecer o que existe ali, o que é uma leitura ecológica do lugar, feita pelas mãos. A prática também questiona a origem dos materiais que usamos: em vez de comprar tinta pronta, o grupo descobre que a matéria-prima estava no chão o tempo todo.

A metodologia funciona com que faixa etária?

A metodologia já foi aplicada com estudantes do ensino fundamental, com professores em formação continuada, com moradores de comunidades quilombolas e com público geral em festivais. O que muda é a profundidade da etapa de pesquisa e o grau de autonomia na produção das tintas, o gesto central, coletar a cor e pintar junto, funciona em qualquer idade.

Um projeto para a sua instituição

Escola, coletivo, secretaria de cultura ou empresa, me conte sobre o contexto e desenhamos o formato juntos.